que tu me aturas e eu te aturo. Eu sou insuportável às vezes (quase sempre?), mas tu dás-me sempre a mão. Tu és orgulhoso e teimoso que irrita-me até eriçar o pelo como aos gatos, mas não consigo ficar zangada.
Os anos passaram a correr, não dei conta que querias crescer e eu não deixava (mas estou a trabalhar nisso). Tu és um espécime estranho e raro, e não podias ter encontrado melhor companheira, somos os dois únicos. Raios, que isto do amor, é sempre o mesmo, todos os casais se acham melhores; mas adivinha, eu cá acho que nós somos os piores, mas só por isso o nosso amor se mantém. Não há desistências, porque quando é amor, é amor, e não precisa ser tudo cor-de-rosa, pode ser rosa choque. Eu sou romântica, tu não, mas acho que estou a (des)aprender contigo, que este texto foi tudo menos mimoso. Mas pronto, queres saber? Amo-te muito!
