quarta-feira, 22 de julho de 2026

#1 Perdida por Coimbra...

Gosto de Coimbra. A atmosfera, história…mas gosto ainda mais de viajar sozinha, independente do local. Tenho em mim um traço mais introspectivo que me faz adorar observar em detalhe tudo à minha volta. Encontro significado na mais pequena coisa e já perdi conta às vezes que me emociono com algo mundano e tento esconder a lágrima, embora ali ninguém me conheça. 

Falo com desconhecidos com a bruta agilidade que não tenho com pessoas conhecidas. Estranha forma de ser. 

Foram umas belas horas passadas pela cidade dos estudantes…ou poderemos também chamar “Capital dos Amores”…😍 Coimbra tem uma riqueza histórica e cultural brutal e com certeza voltarei…porque acredito que temos sempre de voltar onde somos felizes. 

Até à próxima viagem. 💛


“De todos os cilícios, um, apenas, / Me foi grato sofrer: / Cinquenta anos de desassossego / A ver correr, / Serenas, / As águas do Mondego.” ...do poema Memória (de 1 de novembro de 1983) do escritor transmontano Miguel Torga


Comboio turístico a cruzar a cidade.


 Para alguns, um refúgio de silêncio e devoção enquanto lá fora a movimentação acontece, na Praça do Comércio. Na Igreja de São Tiago.


Mergulhar na história de Portugal no Mosteiro de Santa Cruz, desde os claustros de azulejos do século XVI, aos túmulos dos reis D. Afonso Henriques e D. Sancho I.


O par perfeito é mesmo um café (descafeinado 😁) e um doce conventual (Santa Cruz) com uma bela vista de fundo...na confeitaria Doce Meu.


Paragem obrigatória na Briosa, para um pastel de Santa Clara (recheio de ovo e amêndoa). 


Não resisti a levar comigo a bela Arrufada de Coimbra (um pão doce com um leve travo a canela).


E o quinporta é ter força para subir todas as encontas.


A magia da observação das fachadas das casas no seu quotidiano. A vida a acontecer, com sons, cheiros e cores...


Vida de gato.


Pormenores simpáticos. 

"Smile though your heart is aching
Smile even though it's breaking..."


Dos elementos artísticos.


Também tive direito a concerto ao passar pela rua, com o som das guitarras e as vozes da Imperial TAFFUC.


Expressão e poesia. Que força é essa?


Na curva da rua, a casa onde viveu José Afonso. Uma homenagem ao eterno trovador da liberdade


As mensagens que se revelam instigantes, talvez reflexo direto de mentes irrequietas e criativas...


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