Olhem só para esta maravilha! Macias, fofinhas... parecem um bolo em formato de panqueca...
Se andam à procura de um pequeno-almoço diferente, mais guloso, daquele que dá vontade de ficar na cama a saborear com calma, não podem ficar sem experimentar estas panquecas de coco e lima. E como se não fosse suficiente todo o coco presente na receita base da massa, ainda escolhi usar como toppings iogurte de coco e lascas de coco tostado. Serei fã de coco? 😁
São ótimas mornas, mas estas panquecas bem fresquinhas (e porque não com uma bola de gelado, que não estou aqui para julgar ninguém 😃) são o paraíso!
vê a receita em vídeo👇
INGREDIENTES
6 panquecas grandes
2 ovos M
30 g açúcar de coco
300 ml leite de coco
1 c. sobremesa sumo de lima
1 lima (raspa)
190 g farinha de trigo T55
80 g coco ralado
1 c. chá fermento em pó
1/2 c. chá bicarbonato de sódio
1 pitada de sal fino
(opcional) para o topping: iogurte de coco e lascas de coco tostado
PREPARAÇÃO
1. Numa taça, bater os ovos com o açúcar até ficar uma mistura ligeiramente espumosa.
2. Juntar o leite de coco, a raspa de lima e o sumo de lima. Mexer bem.
3. Numa taça à parte, juntar à farinha, o coco ralado, o fermento, o bicarbonato e a pitada de sal, e misturar tudo.
4. Incorporar os ingredientes secos na mistura líquida, envolvendo só até desaparecerem os grumos maiores. Não é necessário, nem desejável bater a massa. Fica melhor se não for muito trabalhada, para não ficar uma massa pesada.
5. Deixar a massa repousar cerca de 5 minutos, para o coco ralado absorver um pouco de líquido e a massa ganhar corpo.
6. Aquecer uma frigideira/crepeira antiaderente em lume médio (se necessário adicionar uma gordura, óleo de coco, manteiga...).
7. Deitar uma concha de massa por panqueca e deixar cozinhar até começarem a aparecer bolhinhas na superfície e as bordas ficarem firmes.
8. Virar com cuidado e deixa dourar do outro lado, mais um ou dois minutos.
9. Repetir até esgotar a massa, empilhando as panquecas num prato.
Sou APAIXONADA por pratos de massa, rápidos, mas cheios de sabor. Bem sei que muitas vezes a correria da vida não deixa espaço nem disposição para pararmos uns minutos. Mas são no máximo uns 20 minutos, e como resultado temos pratos coloridos, nutritivos e que nos fazem bem à alma.
Nesta receita usei a massa linguine de sabor cogumelos da Milaneza (deliciosa!) e fica perfeita em combinação com os restantes ingredientes. Ingredientes estes numa mistura de sabores do mundo, que todos juntos casam lindamente... anotem aí e façam! 😍
INGREDIENTES
serve 1 pessoa generosamente
85 g massa Linguine Al Funghi (usei Milaneza)
1/2 pimento pequeno amarelo, laranja, vermelho (em tiras finas)
1/4 cenoura (em juliana fina)
1/2 cebola pequena (em meia-lua fina)
1 dente de alho (laminado)
1 c. sobremesa de molho de soja
1 c. chá de óleo de sésamo
1 c. sopa de azeite virgem
1/2 c. chá de paprika fumada
60 ml leite de coco
q.b. sal e pimenta preta
q.b. salsa fresca (picada)
q.b. queijo parmesão (ralado)
PREPARAÇÃO
1. Cozer o linguine em água temperada com sal, conforme as indicações da embalagem. Escorrer e reservar (guardar um pouco da água da cozedura, caso seja preciso soltar a massa mais tarde).
2. Numa frigideira, aquecer o azeite em lume médio-alto. Juntar a cebola e deixar amolecer cerca de 2 minutos.
3. Adicionar o alho e deixar libertar aroma por 30 segundos, sem deixar queimar.
4. Juntar os pimentos e a cenoura. Saltear em lume alto durante 3-4 minutos, mexendo com frequência, até os legumes ficarem tenros mas ainda com alguma crocância.
5. Baixar o lume para médio. Adicionar o molho de soja, o óleo de sésamo e a paprika fumada, envolvendo bem para que os legumes fiquem cobertos de sabor.
6. Acrescentar o leite de coco e deixar apurar por 1-2 minutos, até ligar num molho ligeiro e aveludado.
7. Adicionar o linguine cozido à frigideira e envolver tudo muito bem, deixando saltear em conjunto por 1 minuto para a massa absorver o molho. Temperar com sal e pimenta preta a gosto.
8. Servir polvilhado com salsa fresca picada e queijo parmesão ralado.
Hoje trago uma receita que me deixa a cozinha com um aroma maravilhoso a especiarias. 😀
Este caril de grão de bico é daquelas receitas que faço bastante, porque além de muito rápida de preparar, é simples e super reconfortante. E o melhor é que é 100% vegan, por isso serve tanto para quem já segue esse estilo de alimentação como para quem simplesmente quer variar um pouco e experimentar algo diferente, sem abdicar de sabor. 😍
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INGREDIENTES
serve até 6-8 pessoas
650 g grão de bico cozido
1 c. sopa (cheia) de azeite virgem
1/2 cebola pequena picada finamente
1 dente de alho grande ralado
1 c. chá gengibre fresco ralado
1 folha de louro
1 c. sobremesa (cheia)caril em pó
1/2 c. sobremesa (cheia)garam masala
2 c. sopa passata de tomate
200 ml creme de coco 100%
200 ml água
1 raminho de coentro fresco
q.b. sal e pimenta preta
q.b. coentros frescos picados
q.b. gomos de lima
PREPARAÇÃO
1. Num tacho ou frigideira de saltear, aquecer o azeite em lume médio.
2. Juntar a cebola pequena picada finamente, o dente de alho grande ralado, o gengibre fresco, o louro, o raminho de coentros e ocaril em pó.
3. Refogar cerca de um minuto, em lume médio/alto, mexendo sempre. Este passo é importante, pois ao refogar as especiarias no azeite, "acordamos" os óleos essenciais e todo o sabor do caril é intensificado.
4. Adicionar a passata de tomate e o grão de bico cozido. Envolver bem e deixar cozinhar mais um minuto, agora em lume baixo.
5. Juntar o creme de coco (o creme de coco como é puro e espesso vai deixar o prato mais cremoso naturalmente. Para algo mais fluido, usem leite de coco.) e aágua. Temperar com sal e pimenta preta a gosto.
6. Deixar cozinhar em lume brando durante 5 minutos, mexendo de vez em quando.
7. Adicionar a garam masala e ajustar a textura do caril conforme a preferência (mais água se quiseres mais líquido, ou deixar reduzir um pouco mais se preferires mais cremoso). Cozinhar mais uns segundos. A garam masala entra sempre no fim. Como já é uma mistura de especiarias torradas, não precisa de cozinhar muito tempo.É só juntar no final para libertar todo o aroma sem perder intensidade.
8. Remover a folha de louro e o raminho de coentro.
9. Está pronto a servir! Decorar com coentros frescos picados e finalizar no prato com gomo de lima para conferir uma frescura para equilibrar os sabores quentes do caril.
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DICAS💡
Grão de bico
. Prefiram o grão seco cozido em casa em vez de lata: fica mais firme e absorve melhor os sabores do caril, além de manter os nutrientes.
. Se usarem grão de lata, escorrer e passar por água antes de usar.
. Guardar a água da cozedura do grão (aquafaba): dá jeito para outras receitas!
Refogado
. Refogar as especiarias no azeite "acorda" os óleos essenciais: não saltem este passo!
. Alho e gengibre ralados libertam mais sabor do que picados.
Creme de coco
. Creme de coco = mais espesso e cremoso. Leite de coco = mais fluido. Escolham conforme a textura que preferem.
. Não mexer demasiado depois de juntar o coco, para não quebrar o creme.
Garam masala
. A garam masala entra sempre no fim: já é uma mistura de especiarias torradas, só precisa de libertar o aroma.
Sobre a textura
. Caril mais líquido? Junta mais água. Mais cremoso? Deixa reduzir uns minutos mais.
Finalização
. A lima no prato equilibra os sabores quentes do caril: não dispensem!
. Coentros frescos no fim, nunca cozinhados, para manterem todo o aroma.
Há pratos que são colo e conforto, e açorda, para mim, é um deles. Sou apaixonada por açorda de tomate com bastante coentro... e nesta adicionei uma proteína extra, com o peixe que nem é considerado peixe por muitos 😀, ou então o único peixe que toleram... que aqui fica camuflado e dá ainda mais corpo à receita.
É uma receita tão simples, económica, com ingredientes que temos facilmente em casa, e em poucos minutos temos uma refeição muito reconfortante. Esta saiu em dia de verão, mas as vontades não se medem pelo termómetro.
E enquanto escrevo a receita e vejo as imagens, já fico a salivar novamente... a sorte é que ainda tenho um pouco no tacho. 😍 Inspirem-se e cozinhem para aqueles que mais gostam, aquela comida que sabe a abraço.
INGREDIENTES
serve 4 pessoas
300 g de pão alentejano (de véspera) partido em pedaços pequenos
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados
1 folha de louro
3 c. sopa de azeite virgem
200 g tomate maduro picado
1 molho de coentros picados
400 g de pescada (lombos ou postas)
q.b. sal e pimenta preta
q.b. água (para cozer a pescada)
PREPARAÇÃO
1. Cozer a pescada em água temperada com sal, reservando a água da cozedura (é a base da açorda).
2. Numa panela, aqueçer um bom fio de azeite e refogar a cebola e o alho picados, juntamente com uma folha de louro.
3. Adicionar o tomate e deixar apurar uns minutos, em lume baixo, mexendo. Condimentar com um pouco de sal e pimenta preta.
4. Desfiar a pescada e ensopar o pão partido na água da cozedura.
5. Juntar o pão ao refogado do tomate e mexer bem, deixando-o absorver o caldo até ficar com aquela textura característica. Nem sopa, nem papa, ali no ponto certo. Em lume brando.
6. Incorporar a pescada delicadamente na açorda, ajustando a quantidade de caldo e retificar temperos.
7. No fim, finalizar com uma boa dose de coentros picados.
💡 Nota: guardar sempre um pouco do caldo da pescada de reserva: se a açorda ficar muito espessa ao repousar, é só juntar mais um pouco antes de servir. O pão de véspera é mesmo essencial aqui, pois o pão fresco desfaz-se demasiado depressa e a açorda perde a textura certa.
Há combinações que nasceram para estar juntas...esta tosta é exatamente isso. Burrata cremosa, tomates cereja laranja bem docinhos e o pesto de pistachio que já vos mostrei há pouco tempo, tudo em cima de uma fatia de bom pão alentejano, torradinho. 😋
Não há muito segredo aqui, e é isso que adoro (em tudo), a simplicidade das coisas. Fica pronta em minutos, mas o resultado parece ter saído de um brunch chique de fim de semana.
Se ainda não experimentaram o pesto de pistachio, esta é a desculpa perfeita para o fazer. Vale a pena tê-lo sempre à mão no frigorífico para momentos destes. 😉
Tinha cá em casa um vaso de manjericão muito tristonho, quase a murchar. E foi assim que nasceu esta receita de hoje: um pesto de pistachio e manjericão que é simplesmente viciante. 😀
Já toda a gente conhece o pesto tradicional, com pinhões (ou podemos chamar de ouro?) e manjericão, mas hoje quis trazer-vos uma variação com pistachios, que também andavam cá por casa perdidos... se me permitem esta versão fica com um toque ligeiramente adocicado e uma cor verde ainda mais vibrante. É daquelas receitas que parecem super refinadas, mas que na realidade, se fazem em minutos.
É super versátil... numa massa simples, espalhado numa torrada, a acompanhar um queijo fresco, ou até como molho para umas batatas assadas. E onde usei este pesto? Isso também vos conto em breve, aqui e no YouTube. 😋
E o melhor de tudo? Não precisam de processador de alimentos para o fazer. Deixo-vos também a versão tradicional, com almofariz e pilão, para quem gosta de sentir o processo com as próprias mãos. 😀 Embora, confesso, eu tenha optado pelo caminho mais preguiçoso... o processador de alimentos!
💡Versão sem processador de alimentos: comecem por macerar os pistachios com um pouco de sal grosso (ajuda a "esfarelar" mais facilmente), depois vão acrescentando o manjericão aos poucos e macerando em movimentos circulares, até ganhar aquela pasta. E é só juntar os restantes ingredientes. É mais trabalho de braço, mas o resultado tem uma textura incrível e um aroma diferente. Vale muito a pena experimentar pelo menos uma vez. 😍
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INGREDIENTES
(+/-180 g de molho pesto)
40 g pistachios ao natural (sem casca)
25 g folhas de manjericão fresco
25 g queijo Grana Padano ralado
55 g azeite virgem extra
1/2 dente de alho
1 c.chá sumo de limão (espremido na hora)
q.b. sal e pimenta preta
PREPARAÇÃO
1. Num processador de alimentos, colocar todos os ingredientes, exceto o queijo ralado (se usarem o queijo em pedaços, triturar em conjunto com os restantes ingredientes).
2. Temperar com sal e pimenta preta a gosto. Triturar muito bem, mas deixando ainda um pouco de textura dos pistachios.
3. Juntar o queijo ralado e misturar bem. Acrescentar mais um pouco de azeite para acertar a consistência: nem demasiado espesso, nem demasiado líquido. Deve ficar cremoso, mas com alguma textura.
4. Retificar os temperos, se necessário.
5. Está pronto a servir.
💡 Dica de conservação: para guardar o vosso pesto por mais tempo, coloquem-no num boião de vidro bem limpo e cubram a superfície com uma camada de azeite — isto cria uma "barreira" que protege da oxidação e mantém a cor verde vibrante por mais tempo. Guardado assim no frigorífico, dura facilmente 4 a 5 dias. Sempre que forem usar, tentem manter essa camada de azeite por cima do que sobrar.
💡 Querem fazer maior quantidade? Congelem o pesto em cubos de gelo (sem o queijo, que se junta só depois de descongelar). Assim têm sempre pesto fresco à mão, na quantidade certa para usar de cada vez.
O calor aperta, e apetecem comidas mais leves, frescas e cheia de cor. Esta salada tornou-se uma das minhas preferidas por essa mesma razão. Tem o frango bem temperadinho, com aquele toque de gengibre e lima que lembra sabores de verão, a couve kale bem fresca e a quinoa a dar aquela consistência que enche o prato sem pesar.
Aquela refeição perfeita para um almoço mais rápido ou até para levar para o trabalho. E o melhor de tudo? É simples de fazer e faz-nos sentir bem por dentro. Espero que gostem tanto como eu. Experimentem! 😀
INGREDIENTES (serve 1 pessoa)
125 g de coxa de frango desossada, cortada em cubos (é mais tenra)
1/2 c. sopa de óleo de sésamo
1 c. sopa de molho de soja
1 c. chá de gengibre fresco ralado
1/2 lima (sumo)
1 dente de alho ralado
1 colher de chá de paprika fumada
50 g de couve kale
60 g de quinoa tricolor cozida (de acordo as instruções da embalagem)
¼ de pepino, cortado em cubos pequenos
q.b. azeite virgem extra
q.b. Sumo de ¼ de lima (para finalizar)
q.b. sal e pimenta preta
PREPARAÇÃO
1. Numa taça, misturar o frango com o óleo de sésamo, o molho de soja, o gengibre, o sumo de lima, o alho, a paprika fumada e um pouco de sal e pimenta preta a gosto. Envolva bem e deixe marinar no frigorífico durante pelo menos 30 minutos.
2. Cozer a quinoa em água ou caldo de legumes, seguindo as instruções da embalagem. Soltar com um garfo e reservar para arrefecer totalmente.
3. Escaldar a couve kale (retirar o talo central) em água a ferver durante 1-2 minutos, depois passar imediatamente por água gelada para preservar a cor e a textura. Escorrer muito bem e cortar grosseiramente.
4. Numa frigideira bem quente, grelhar o frango marinado até ficar dourado por fora e cozinhado por dentro, entre 8 a10 minutos, mexendo ocasionalmente.
5. Numa tigela, ou prato, misturar a quinoa cozida, o frango a couve kale e o pepino. Tempere com o azeite, o sumo de lima, sal e pimenta. Envolver bem.
Nota: Escorrer bem a couve kale depois do choque de água gelada (blanching), para não aguar a salada. O frango e a quinoa podem ser preparados com antecedência, montando tudo só na hora de servir. É uma refeição muito prática.
A couve kale é daqueles verdes que parecem simples, mas escondem uma riqueza gigante. É, aliás, considerada um super alimento. É cheia de vitamina K, que ajuda os ossos e a coagulação do sangue, e tem também bastante vitamina C e vitamina A, boas para a pele, para a visão e para as defesas do corpo.
Tem ainda um bom teor de ferro e de cálcio, o que a torna uma excelente opção para quem quer reduzir o consumo de carne. E claro, é rica em fibra, o que ajuda a digestão e dá aquela sensação de saciedade.
Uma curiosidade gira, é que a couve kale pertence à mesma família da couve-flor, do brócolo e das couves-de-bruxelas. Todas tem origem na mesma planta, a Brassica oleracea. Ao longo de séculos, foram sendo cultivadas de formas diferentes até se tornarem os diversos vegetais que conhecemos hoje. É como se fossem primas próximas! 😍
E já agora, o truque do escaldão com água gelada, que usámos nesta receita, não é só para preservar a cor verde vibrante. Ajuda da mesma forma, a suavizar aquele ligeiro amargor que a kale crua costuma ter, deixando-a mais agradável ao paladar sem perder os nutrientes.
Cá está mais uma receita simples e cheia de sabor. Diretamente da minha cozinha para o vosso coração! 💛
Este é um creme super versátil. Claro, que com estes dias quentes pode assustar quando lemos "sopa...creme...", mas juro que é incrível frio.
Fica com uma textura aveludada, e o toque de gengibre e caril dá-lhe um sabor especial que se destaca ainda mais quando servido frio. É daquelas receitas perfeitas para fazer de véspera (no dia seguinte os sabores estão ainda mais apurados) e ter sempre à mão no frigorífico.
E é o que me vai salvar nestes dias (leve, nutritivo e sem qualquer esforço extra na cozinha), pois estou a fazer um "tratamento de choque" medicamentoso para a minha rinite crónica e sendo eu muito cautelosa (podemos dizer medrosa? 😁) estou em modo slow e hiper saudável...
Mas...deem uma oportunidade a esta combinação de sabores, pois é incrível!
INGREDIENTES
1 cebola branca pequena (picada grosseiramente)
2 dentes de alho (picados grosseiramente)
1 cenoura média (cortada às rodelas finas)
300 g de batata doce amarela
1 pedaço pequeno de gengibre fresco ralado (tamanho de uma colher de chá)
2 raminhos de salsa
1 c. sopa de óleo de sésamo
1 c. sopa de azeite virgem
1 c. sobremesa de caril em pó bio
q.b. sal
600 ml de água ou caldo de legumes
PREPARAÇÃO
1. Refogar a cebola e o alho no azeite e óleo de sésamo até ficarem macios.
2. Juntar a cenoura, batata doce cortadas, o gengibre, a salsa e o caril em pó. Envolver bem para libertar os aromas.
3. Cubrir com água (ou caldo de legumes), colocar uma pitada de sal e deixar cozinhar até os legumes ficarem bem tenros.
4. Triturar tudo até obter um creme liso e aveludado (a quantidade de líquido dependerá do vosso gosto).
Nota: Se optarem por servir frio, deixem arrefecer completamente e levem ao frigorífico pelo menos 3-4 horas (ou de um dia para o outro, fica ainda mais saboroso).
Já sabem que comigo comer bem não tem de ser complicado, tem é de vir do coração. 💛 Se procuras um doce saudável, preparado em menos de 15 minutos tenho a sugestão perfeita! Peguei em tâmaras Medjool, recheei com manteiga de amêndoa crocante e envolvi tudo em chocolate negro a 85%. Três ingredientes. Sem açúcar adicionado e sem complicações. 😉
✅ Naturalmente vegan
✅ Sem açúcar refinado (adoçado naturalmente pela tâmara!)
✅ Conserva-se no frigorífico até 1 semana (perfeito para snacks durante o dia de trabalho!)
✅ Congela na perfeição (faz em maior quantidade e tens sempre um doce à mão!)
Sugestão: um toque de flor de sal por cima de cada tâmara eleva ainda mais o sabor!
No dia seguinte...ficam ainda mais saborosas! 😋
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INGREDIENTES
Tâmaras Medjool médias/grandes
Manteiga de amêndoa crocante
Chocolate 85%
PREPARAÇÃO
1. Abre a meio, com os dedos ou com uma faca pequena, cada uma das tâmaras, sem as separar completamente. Remove o caroço.
2. Com uma colher ou faca pequena, coloca manteiga de amêndoa crocante dentro de cada tâmara (podem usar uma manteiga cremosa, mas esta crocante confere uma textura extra). Pressiona ligeiramente e fecha a tâmara ao redor do recheio. Leva ao frigorífico para firmar ligeiramente.
3. Parte chocolate negro 85% em pedaços e derrete em banho-maria (ou no microondas em intervalos de 30 segundos, mexendo entre cada intervalo). Deixa arrefecer ligeiramente antes de usar.
4. Retira as tâmaras do frigorífico. Com a ajuda de dois garfos, mergulha cada tâmara no chocolate derretido, cobrindo bem de todos os lados. Deixa escorrer o excesso e coloca sobre papel vegetal.
5. Leva novamente ao frigorífico até o chocolate solidificar completamente.
Valor Nutricional (valores aproximados)
Calorias: 180–200 kcal
Hidratos de Carbono: 22 g (dos quais 18 g de açúcares naturais)